A IA, ou inteligência não cerebral®, vai continuar a penetrar nas organizações de forma mais profunda – reforço significativo onde já é utilizada – e ampla – em áreas onde ainda não está presente -, permitindo ganhos significativos de produtividade.
Esta situação potenciará diversas implicações:
- Negativas: investimento em TI, riscos de sugerança com ênfase em ciberataques, necessidade de pessoal com perfil ajustado ao novo contexto – mais jovem, mais caro, menos fiel, mais exigente (remuneração, teletrabalho, flexibilidade com mais tempo livre, …
- Positivas: menores custos de transformação e, consequentemente, maior capacidade para enfrentar o mercado, dar mais valor ou reduzir preços aos clientes, gerar mais valor para todos os stakeholders: aumentar os salários e dividendos, reduzir endividamento e risco de incumprimentos.

Esta situação potenciará diversas implicações:
- Positivas: menores custos de transformação e, consequentemente, maior capacidade para enfrentar o mercado, dar mais valor ou reduzir preços aos clientes, gerar mais valor para todos os stakeholders: aumentar os salários e dividendos, reduzir endividamento e risco de incumprimentos.
- Negativas: investimento em TI, riscos de sugerança com ênfase em ciberataques, necessidade de pessoal com perfil ajustado ao novo contexto – mais jovem, mais caro, menos fiel, mais exigente (remuneração, teletrabalho, flexibilidade com mais tempo livre, …
Perante este contexto, as entidades privadas – grandes ou PME, empresas familiares ou não – vão-se ajustar para não “acordarem fora do mercado“.
Já quanto ao pouco flexível setor público ou estattal, não sei como vamos ter capacidade de reagir sem “provocar dor” com medidas que retiram votos ao governo vigente que migram para a oposição mais populista.
antónio nogueira da costa, CEO, efconsulting
Publicado no Jornal de Negócios de 2026/01/02, onde pode consultar as outras perspetivas
Em 2025 a opinião foi esta.
